Hoje resolvi procurar aqui no blog a receita que a Paula, irmã da Silvia, tinha me passado de torta de limão. Me lembro que era fácil e saborosa. Mas me surpreendi... não tenho receita quase nenhuma aqui no blog, credo!
Por isso vou ter que adaptar a torta de limão. Infelizmente não será a receita tradicional.
Vou fazê-la para levar no jantar de reveillon amanhã. E dessa vez eu vou postar a receita!!! Ah, vou!
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
domingo, 26 de dezembro de 2010
PARECE QUE NÃO VAI DAR TEMPO
Tá bom, eu confesso. Eu inventei esse casamento. Eu queria tanto uma alegria, uma celebração, uma confirmação que apesar dos tempos duros há amor. Muito amor. Isso eu não inventei. Eu só tirei assim do nada, de sopetão, do meu jeito impetuoso a ideia de fazer essa festa de casamento.
Às vezes me faço de durona, mas eu queria fazer uma festinha. Eu também tenho meus sonhos de menininha. Nada convencionais, é verdade, mas tenho. E aí eu bati o pé como uma garotinha mimada e pronto! Decidi fazer a festa. Como não estava fazendo mal a ninguém, nem tampouco comemorando uma inverdade, meu desejo foi aceito por todos sem tanta relutância. E assim marquei a lua-de-mel para março.
O final do ano passou me atropelando, sem respeito algum. E agora só me resta confessar: não vai dar tempo!!!!!!!
E eu já mandei um "save the date". Estou numa saia-justa sem tamanho. E cheia de dúvidas se me dá mais trabalho remarcar, adiar, ou fazer as coisas assim mesmo. Acredito que as celebrações trazem boas energias e são sim capazes de nos transformar.
O que realmente me deixa insegura é a ideia que preciso colocar meu plano b de ganhar dinheiro em ação o quanto antes. E se eu inventar mesmo de insistir no casório, esse tempo será consumido pelos preparativos. Estou em pânico, terror e aflição. Porque a cada dia que passa mais uma pessoa pode comprar essa passagem para BH... (a Pati me ligou nessa quarta e nesse momento eu ainda tinha certeza de tudo e a deixei comprar... agora estou sofrendo com isso tb. ai meu Deus, o que faço????!!!!)
Ainda não sei. Se eu pudesse fazer tudo. Se pudesse fazer as coisas no tempo que eu queria e não no que preciso. Tá me dando dor no estômago....
Às vezes me faço de durona, mas eu queria fazer uma festinha. Eu também tenho meus sonhos de menininha. Nada convencionais, é verdade, mas tenho. E aí eu bati o pé como uma garotinha mimada e pronto! Decidi fazer a festa. Como não estava fazendo mal a ninguém, nem tampouco comemorando uma inverdade, meu desejo foi aceito por todos sem tanta relutância. E assim marquei a lua-de-mel para março.
O final do ano passou me atropelando, sem respeito algum. E agora só me resta confessar: não vai dar tempo!!!!!!!
E eu já mandei um "save the date". Estou numa saia-justa sem tamanho. E cheia de dúvidas se me dá mais trabalho remarcar, adiar, ou fazer as coisas assim mesmo. Acredito que as celebrações trazem boas energias e são sim capazes de nos transformar.
O que realmente me deixa insegura é a ideia que preciso colocar meu plano b de ganhar dinheiro em ação o quanto antes. E se eu inventar mesmo de insistir no casório, esse tempo será consumido pelos preparativos. Estou em pânico, terror e aflição. Porque a cada dia que passa mais uma pessoa pode comprar essa passagem para BH... (a Pati me ligou nessa quarta e nesse momento eu ainda tinha certeza de tudo e a deixei comprar... agora estou sofrendo com isso tb. ai meu Deus, o que faço????!!!!)
Ainda não sei. Se eu pudesse fazer tudo. Se pudesse fazer as coisas no tempo que eu queria e não no que preciso. Tá me dando dor no estômago....
sábado, 25 de dezembro de 2010
A ORIGEM E O DESTINO
Mais um ano se aproxima do fim. Não foi fácil. E talvez por isso mesmo é preciso reconhecer a importância de 2010 na minha vida, no meu crescimento.
O meu "amadurecimento" foi juntar os caquinhos da minha utopia jovem e misturar à certeza que essa vida que está passando sim, pelas minhas mãos. Se posso ver que a vida tem vida própria, tenho também a certeza que o que fazemos com ela a cada dia é a escolha. Todas essas pequenas escolhas são o que somos. São o que nos tornamos. E viver a vida no piloto automático não é viver, é reagir.
Por isso, espero que em 2011 eu consiga escrever mais aqui. Que consiga analisar melhor cada passo. Torço para que consiga aproveitar melhor cada hora. E isso significa trabalhar menos para os outros e trabalhar mais para mim. Significa encontrar mais os amigos, a família, todos os meus queridos. É conseguir trocar mais, pensar mais. E, viver mais. Eu desejo que em 2011 eu consiga estar mais presente. Para vocês e para mim. Nas letrinhas, no dia-a-dia, no que importa enfim.
Porque a vida pode ser dura, mas minha alma veio da terra do ferro. E eu também não sou mole não.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
FRASE DO DIA
E depois de trabalhar mais de 12 horas seguidas fui deixada no meu carro. Um belo carro:
_ Se dependesse do meu trabalho eu teria no máximo um fusquinha.
Mas quem herda não fusca.
_ Se dependesse do meu trabalho eu teria no máximo um fusquinha.
Mas quem herda não fusca.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
domingo, 28 de novembro de 2010
GRAFITE!!!
O Tocha começou um projeto incrível com os grafiteiros de São Paulo. É esclarecedor ver esses artistas falando um pouco da própria trajetória enquanto produzem uma obra linda. Tô fã!
Speto
Mazu
Boleta
Treco
Paulo Ito
Ciro
Speto
Mazu
Boleta
Treco
Paulo Ito
Ciro
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
A COALHADA
Aqui em casa nós temos evoluido na nossa alimentação. Além do suco de legumes, frutas e verduras, o pão fresquinho feito em casa, a novidade do nosso desjejum é a coalhada fresquinha. Também feita pelas nossas mãozinhas. Uma delícia.
O CASAMENTO É...
Aprender a fazer receitas da avó do seu namorado.
Seja antepasto de abobrinha do lado italiano, seja coalhada do lado armênio.
Seja antepasto de abobrinha do lado italiano, seja coalhada do lado armênio.
O SABOR DA ITÁLIA E DA MEMÓRIA
Se eu pudesse traduzir a saudade que tenho da Itália e do ano em que vivi lá em sabores, eu diria: peperonata, carciofi, cavoli fiori, cozze, gamberoni, pecorino, dolce sardo, polpo, anguilla, porcetto, mirto, vino, fichi d'india, uva, pesche, pizza, gelato e mais um monte de coisas.
Eu tive o prazer de encontrar uma família e uma casa que me ofereceu um "mar de sabores" (como era o slogan da ilha...). Naquela época eu não sabia cozinhar nada. Massa para mim era um macarrão com pomarola. Isso pertence ao passado remoto, graças a Deus.
Lá não soube ensinar nada da minha própria culinária, não sabia muito além do básico do básico. E não posso dizer que pus a mão na massa, mas observei. E de tanto olhar descobri algumas coisas importantes:
1. cozinha simples é a mais saborosa.
2. o frescor e a qualidade dos ingredientes é tudo.
3. a vida não existe sem tomate, o pommo d'oro.
E ontem estava no supermercado e vi que o pimentão estava com um preço bom. Estavam lindos, brilhantes. Não titubiei. Peguei uma berinjela também. E resolvi testar a receita de peperonata da minha memória. Não posso dizer que acertei 100%, mas o sabor ficou delícia e ajudou a matar um pouquinho da saudade. E da próxima vez acho que preciso desligar o fogo um pouco antes, porque a berinjela desmanchou demais. Ou talvez eu tenha deixado em fatias muito fininhas...
RECEITA
2 Pimentões de tamanho médio (ideal um vermelho e um amarelo, mas eu fiz com dois vermelhos mesmo)
1 Berinjela
1 Cebola
1 Cabeça de alho
3 Tomates grandes
Pimenta do reino em moída na hora
Sal
Manjericão (não pus porque esqueci de comprar, mas o ideal é colocar um bouquet deles, amarradinho, para ser retirado inteiro assim que pronto)
Cortar os pimentões já limpos e sem sementes, a berinjela, a cebola e os tomates em pedaços médios. Descascar os dentes de alho. Colocar todos os ingredientes dentro da panela em fogo baixo. Temperar com sal e pimenta do reino. Retirar o manjericão quando a berinjela já estiver macia. Acrescentar azeite com o fogo já desligado.
Uma delícia para comer puro, com pão, acrescentar numa massa...
Eu tive o prazer de encontrar uma família e uma casa que me ofereceu um "mar de sabores" (como era o slogan da ilha...). Naquela época eu não sabia cozinhar nada. Massa para mim era um macarrão com pomarola. Isso pertence ao passado remoto, graças a Deus.
Lá não soube ensinar nada da minha própria culinária, não sabia muito além do básico do básico. E não posso dizer que pus a mão na massa, mas observei. E de tanto olhar descobri algumas coisas importantes:
1. cozinha simples é a mais saborosa.
2. o frescor e a qualidade dos ingredientes é tudo.
3. a vida não existe sem tomate, o pommo d'oro.
E ontem estava no supermercado e vi que o pimentão estava com um preço bom. Estavam lindos, brilhantes. Não titubiei. Peguei uma berinjela também. E resolvi testar a receita de peperonata da minha memória. Não posso dizer que acertei 100%, mas o sabor ficou delícia e ajudou a matar um pouquinho da saudade. E da próxima vez acho que preciso desligar o fogo um pouco antes, porque a berinjela desmanchou demais. Ou talvez eu tenha deixado em fatias muito fininhas...
RECEITA
2 Pimentões de tamanho médio (ideal um vermelho e um amarelo, mas eu fiz com dois vermelhos mesmo)
1 Berinjela
1 Cebola
1 Cabeça de alho
3 Tomates grandes
Pimenta do reino em moída na hora
Sal
Manjericão (não pus porque esqueci de comprar, mas o ideal é colocar um bouquet deles, amarradinho, para ser retirado inteiro assim que pronto)
Cortar os pimentões já limpos e sem sementes, a berinjela, a cebola e os tomates em pedaços médios. Descascar os dentes de alho. Colocar todos os ingredientes dentro da panela em fogo baixo. Temperar com sal e pimenta do reino. Retirar o manjericão quando a berinjela já estiver macia. Acrescentar azeite com o fogo já desligado.
Uma delícia para comer puro, com pão, acrescentar numa massa...
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
O ASSASSINATO DO TOMILHO
Joana estava eufórica com suas plantinhas.
Conseguira adquirir ervinhas para temperar e perfumar suas aventuras culinárias. Dedicava a elas o pouco tempo que lhe restava entre tarefas domésticas, profissionis e de namorada. Escolhera um lugarzinho perfeito. A janela da cozinha. Ali ela podia tomar sol e crescer de vento em popa.
Joaninha se deleitava com o momento da rega. E começou a aguar a sálvia. As plantinhas parecem agradecer cada gotinha d'água. Em seguida o manjericão roxo, a salsinha, o alecrim... e sentiu uma coceirinha no braço.
"Fica quietinho tomilho que já venho". Mas a ervinha não parava de se mexer. Mas peraí, planta não mexe! E quanto a garota olhou com atenção, ali, sobre as folhinhas delicadas e titubeantes estava uma... barata. Desperada de nojo, ela não pensou duas vezes, catou o vidro de inseticida e descarregou sobre aquele bicho nojento, antenudo e casquento.
Matou aquela nojenta!
E o pobre tomilho que ali embaixo estava agonizou. Não caiu da janela, não secou, não mais perfumou, apenas morreu.
Conseguira adquirir ervinhas para temperar e perfumar suas aventuras culinárias. Dedicava a elas o pouco tempo que lhe restava entre tarefas domésticas, profissionis e de namorada. Escolhera um lugarzinho perfeito. A janela da cozinha. Ali ela podia tomar sol e crescer de vento em popa.
Joaninha se deleitava com o momento da rega. E começou a aguar a sálvia. As plantinhas parecem agradecer cada gotinha d'água. Em seguida o manjericão roxo, a salsinha, o alecrim... e sentiu uma coceirinha no braço.
"Fica quietinho tomilho que já venho". Mas a ervinha não parava de se mexer. Mas peraí, planta não mexe! E quanto a garota olhou com atenção, ali, sobre as folhinhas delicadas e titubeantes estava uma... barata. Desperada de nojo, ela não pensou duas vezes, catou o vidro de inseticida e descarregou sobre aquele bicho nojento, antenudo e casquento.
Matou aquela nojenta!
E o pobre tomilho que ali embaixo estava agonizou. Não caiu da janela, não secou, não mais perfumou, apenas morreu.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
sábado, 30 de outubro de 2010
SOU TITIA
Hoje a Lia, minha cunhada, deu a luz a uma menina linda. Bochechuda, linda, com uma boquinha rosa, um amor. E eu agora sou titia! Estou superfeliz e emocionada. Bem vinda Mira.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
VERDADE
Meu nome é Trabalho e meu sobrenome é Trouxa.
Trabalhar tanto por tão pouco só pode ser burrice...
Trabalhar tanto por tão pouco só pode ser burrice...
sábado, 16 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
UM DIA A CASA CAI
Meu Deus, que loucura foi esse feriado... parecia um filme de comédia dos anos 1980. Peloamordedeus...
Tudo começou com um inocente furo na parede para a instalação de uma prateleira. Mas o mundo está cheio de boas intenções. As consequências quase nunca são previsíveis (sabedoria advinda com a idade).
Pois bem, a furadeira acertou em cheio um cano de água na parede. Um jato de água começou a inundar o carpete (é, aquele mesmo que quis tanto tirar), o sofá, as almofadas, o computador, a caixa de ferramentas, tudo o que aparecia na frente. Uma loucura!!!
Tocha segurou como pôde. Tampou o buraco com o dedo. Procurei o registro. Fechamos. E agora? Nesse exato momento meu pai ligou e nos ensinou que se o cano fosse de pvc precisaríamos de um pedaço de cano para fazer uma luva. Se fosse gauvanizado, durepox mesmo. Era pvc.
Tocha começou a quebrar a parede com a ajuda de uma chave de fendas e um martelo. Lentamente. Até que... Wait for it...acertou outro cano. E esse não tinha registro.
Pânico, terror e aflição. Toalhas se encharcaram, dedos doeram, rolhas foram usadas para tentar evitar o vazamento.
Nisso já tínhamos acionado um hidráulico de emergência (santa internet), ligado para a Sulamerica (que perdeu a chance de ser a salvadora da pátria pela lentidão).
E claro, enquanto isso o Homem Tocha subiu no telhado. Era a fonte do problema, a caixa d'água. Mas eu morri de ódio. Tive medo dele cair, de ter que levá-lo ao hospital enquanto deixava a casa inundar. Ainda bem que suas habilidades de equilíbrio são fora do normal.
Constatou então que não tinha mesmo registro e nossa única solução era esvaziar a caixa. Dó de ligar todas as torneiras. Deixar aquela água límpida e fresca sendo jorrada a esmo por todos os canos, chuveiro e até com a privada disparada. Mas se não esvaziassemos por ali, seria pelo quarto.
E com todo esse estresse, os hidráulicos chegaram. E uma mini obra foi necessária. E eu? Tentava consertar o que sobrou, recuperar o que a água sem dó encharcou. Foi um dia duro e tenso.
Por volta das 21h da noite o dia tinha acabado, os Heraldo e Fábio saiam com o cheque gordo na mão, Tocha e eu nos entreolhamos e percebemos que não havíamos comido nada desde o café da manhã. Almoçamos e – quem diria – tomamos um belo banho para relaxar. A água é mesmo tudo na vida. Junto com o sol, claro.
Tudo começou com um inocente furo na parede para a instalação de uma prateleira. Mas o mundo está cheio de boas intenções. As consequências quase nunca são previsíveis (sabedoria advinda com a idade).
Pois bem, a furadeira acertou em cheio um cano de água na parede. Um jato de água começou a inundar o carpete (é, aquele mesmo que quis tanto tirar), o sofá, as almofadas, o computador, a caixa de ferramentas, tudo o que aparecia na frente. Uma loucura!!!
Tocha segurou como pôde. Tampou o buraco com o dedo. Procurei o registro. Fechamos. E agora? Nesse exato momento meu pai ligou e nos ensinou que se o cano fosse de pvc precisaríamos de um pedaço de cano para fazer uma luva. Se fosse gauvanizado, durepox mesmo. Era pvc.
Tocha começou a quebrar a parede com a ajuda de uma chave de fendas e um martelo. Lentamente. Até que... Wait for it...acertou outro cano. E esse não tinha registro.
Pânico, terror e aflição. Toalhas se encharcaram, dedos doeram, rolhas foram usadas para tentar evitar o vazamento.
Nisso já tínhamos acionado um hidráulico de emergência (santa internet), ligado para a Sulamerica (que perdeu a chance de ser a salvadora da pátria pela lentidão).
E claro, enquanto isso o Homem Tocha subiu no telhado. Era a fonte do problema, a caixa d'água. Mas eu morri de ódio. Tive medo dele cair, de ter que levá-lo ao hospital enquanto deixava a casa inundar. Ainda bem que suas habilidades de equilíbrio são fora do normal.
Constatou então que não tinha mesmo registro e nossa única solução era esvaziar a caixa. Dó de ligar todas as torneiras. Deixar aquela água límpida e fresca sendo jorrada a esmo por todos os canos, chuveiro e até com a privada disparada. Mas se não esvaziassemos por ali, seria pelo quarto.
E com todo esse estresse, os hidráulicos chegaram. E uma mini obra foi necessária. E eu? Tentava consertar o que sobrou, recuperar o que a água sem dó encharcou. Foi um dia duro e tenso.
Por volta das 21h da noite o dia tinha acabado, os Heraldo e Fábio saiam com o cheque gordo na mão, Tocha e eu nos entreolhamos e percebemos que não havíamos comido nada desde o café da manhã. Almoçamos e – quem diria – tomamos um belo banho para relaxar. A água é mesmo tudo na vida. Junto com o sol, claro.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
AQUI ESTOU
Muitas caixas desempacotadas depois, aqui estou. A casa está naquela situação em que só quem esteve aqui desde o começo sabe que melhorou. Quem vem visitar agora acha que não fizemos nada. Que ingrata essa vida.
Mas fizemos e muito. E, claro, estamos bem no começo.
O tempo aqui em São Paulo continua estranhíssimo. E me admira que as pessoas ainda não se rebelaram com São Pedro. Ele deve estar de cabeça para baixo em muito armário por aí. O frio não vai embora e estamos na primavera. E é sempre bom relembrar que supostamente somos uma cidade grande de um país tropical. Acho que o nome correto para o fenômeno do clima deveria ser "inversão do clima" ou talvez "deu a louca no tempo", sei lá.
Bom, estou de volta e nem por isso sem sono.
beijos e até logo turminha.
Mas fizemos e muito. E, claro, estamos bem no começo.
O tempo aqui em São Paulo continua estranhíssimo. E me admira que as pessoas ainda não se rebelaram com São Pedro. Ele deve estar de cabeça para baixo em muito armário por aí. O frio não vai embora e estamos na primavera. E é sempre bom relembrar que supostamente somos uma cidade grande de um país tropical. Acho que o nome correto para o fenômeno do clima deveria ser "inversão do clima" ou talvez "deu a louca no tempo", sei lá.
Bom, estou de volta e nem por isso sem sono.
beijos e até logo turminha.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
SEM INTERNET, SEM POST
Prometi o dia-a-dia do meu projeto antesxdepois, mas a Net não está me ajudando. Solicitei a mudança de endereço e me pediram 5 dias úteis para marcar o dia da instalação. Me ligaram hoje, no quarto dia útil com uma informação trocada. A casa 1 já tinha net e portanto estava indisponível. Sim, é verdade, porque vou morar numa casa de fundos, na casa 2 portanto...
Confundiram-se e precisam de outros 3 dias úteis verificar a disponibilidade da casa 1. Enquanto isso sofro de isolamento sem internet. Fora do mundo, sem notícias, contato, um desespero gigantesco que só me estimula a ir desbloquear meu smart phone... e vcs, por enquanto ainda vão ficar sem notícias. Porque ficar até mais tarde no trabalho para postar não faz parte do meu projeto.
Aguardem.
Confundiram-se e precisam de outros 3 dias úteis verificar a disponibilidade da casa 1. Enquanto isso sofro de isolamento sem internet. Fora do mundo, sem notícias, contato, um desespero gigantesco que só me estimula a ir desbloquear meu smart phone... e vcs, por enquanto ainda vão ficar sem notícias. Porque ficar até mais tarde no trabalho para postar não faz parte do meu projeto.
Aguardem.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
PROJETO ANTESxDEPOIS – PARTE DOIS
Ligamos para o pintor, ele foi até em casa. E o orçamento ficou de mandar por email. Fiquei apreensiva, pois infelizmente os profissionais que usam email costumam cobrar mais caro. E assim como eu temia o orçamento veio: R$ 2.500 para pintar quatro paredes coloridas, a cozinha de branco (com tinta à base d'água) e dois banheiros com uma tinta mais chata, a epóxi... acho que vou virar pintora.
Aí pensei, repensei e acho que vou pintar eu mesma...
Aí pensei, repensei e acho que vou pintar eu mesma...
domingo, 29 de agosto de 2010
PROJETO ANTESxDEPOIS – PARTE UM
Cheguei toda animada, preparada para o trabalho sujo. Tirar o carpete com minhas próprias mãos e avaliar se precisava de um pouco de lixa e então passar resina.
O primeiro movimento foi um sucesso. Tirei o carpete de um pedaço da parede! Sim na parede. Não, não fui eu quem pôs aquilo ali. Logo ali vi uma camada espessa de cola. Mas ok, não é difícil de arrancar.
Já no segundo movimento, toda aquela animação foi em vão. O chão estava repleto de cola, uma camada espessa dentro das porosidades do cimento. Só tirei o primeiro degrau. Então comecei a refletir. E agora?
Fomos ao Telha Norte fazer uma pesquisa se podíamos pintar por cima daquela cola e aplicar uma camada de resina por cima. Não dava. A resina precisa ser aplicada diretamente sobre a superfície. E para tirar a cola... um removedor ultramegafedidoetóxico para espalhar em todo o piso, deixar agir por uma hora e então pegar uma escova de aço e retirar a cola. Um trabalho manual árduo, ingrato e que precisa de tempo, coisa que não possuo.
Alternativas
1 - ligar para alguém que prepara pavimento e tem uma máquina de lixar e orçar.
2 - cobrir com piso laminado (uma nova versão do antigo carpete de madeira). O valor mínimo para a área de 35 metros quadrados foi de R$ 2.100 na Leroy Merlin. Já aplicado e com rodapés.
3 - deixar o carpete para no futuro tomar a decisão 2.
No momento estamos com a opção 1. Vamos orçar essa possibilidade.
Como já estávamos nessas lojas, decidimos nossa paleta de cores para a casa nova. Na sala uma parede de Deus-sol (um amarelo forte da Coral) e outra parede de Fúcsia. Na cozinha: pintar os azulejos de branco. No quarto de dormir: uma parede Vermelho Carmesino (vermelho com um 10% de preto e 10% de cyan). No quarto-escritório: Deus-sol novamente! Nos banheiros Hortelã Mexicana, um azul esverdeado... Vai ficar lindo!
O primeiro movimento foi um sucesso. Tirei o carpete de um pedaço da parede! Sim na parede. Não, não fui eu quem pôs aquilo ali. Logo ali vi uma camada espessa de cola. Mas ok, não é difícil de arrancar.
Já no segundo movimento, toda aquela animação foi em vão. O chão estava repleto de cola, uma camada espessa dentro das porosidades do cimento. Só tirei o primeiro degrau. Então comecei a refletir. E agora?
Fomos ao Telha Norte fazer uma pesquisa se podíamos pintar por cima daquela cola e aplicar uma camada de resina por cima. Não dava. A resina precisa ser aplicada diretamente sobre a superfície. E para tirar a cola... um removedor ultramegafedidoetóxico para espalhar em todo o piso, deixar agir por uma hora e então pegar uma escova de aço e retirar a cola. Um trabalho manual árduo, ingrato e que precisa de tempo, coisa que não possuo.
Alternativas
1 - ligar para alguém que prepara pavimento e tem uma máquina de lixar e orçar.
2 - cobrir com piso laminado (uma nova versão do antigo carpete de madeira). O valor mínimo para a área de 35 metros quadrados foi de R$ 2.100 na Leroy Merlin. Já aplicado e com rodapés.
3 - deixar o carpete para no futuro tomar a decisão 2.
No momento estamos com a opção 1. Vamos orçar essa possibilidade.
Como já estávamos nessas lojas, decidimos nossa paleta de cores para a casa nova. Na sala uma parede de Deus-sol (um amarelo forte da Coral) e outra parede de Fúcsia. Na cozinha: pintar os azulejos de branco. No quarto de dormir: uma parede Vermelho Carmesino (vermelho com um 10% de preto e 10% de cyan). No quarto-escritório: Deus-sol novamente! Nos banheiros Hortelã Mexicana, um azul esverdeado... Vai ficar lindo!
sábado, 28 de agosto de 2010
COM A CHAVE NA MÃO
Pegamos a chave hoje. Estamos mudando. Vou tirar bastante foto de antes e depois. Vou transformar aquela casinha. Vai ficar um charme, você vão ver.
É um sobradinho de fundos. E os quartos tem carpete. Estou bem animada em tirar aquele tapedinho fétido de ácaros e assumir a casa. Eu gosto disso, aprendi a fazer das casas a minha casa. Nada de entrar ali e viver. É preciso entrar, modificar, deixar do meu jeito e viver.
E detalhe, como nosso objetivo é juntar dinheiro para uma futura compra vou buscar mil alternativas para deixar a casa bonita gastando pouquinho. E todas as minhas descobertas e dicas vou escrever aqui para vocês.
Ideia número um que meu pai sugeriu: ao tirar o carpete e encontrar o piso de cimento, vou lixá-lo e passar uma bela demão de resina. Vamos torcer para o resultado ficar interessante. Estou confiante. Oba!
É um sobradinho de fundos. E os quartos tem carpete. Estou bem animada em tirar aquele tapedinho fétido de ácaros e assumir a casa. Eu gosto disso, aprendi a fazer das casas a minha casa. Nada de entrar ali e viver. É preciso entrar, modificar, deixar do meu jeito e viver.
E detalhe, como nosso objetivo é juntar dinheiro para uma futura compra vou buscar mil alternativas para deixar a casa bonita gastando pouquinho. E todas as minhas descobertas e dicas vou escrever aqui para vocês.
Ideia número um que meu pai sugeriu: ao tirar o carpete e encontrar o piso de cimento, vou lixá-lo e passar uma bela demão de resina. Vamos torcer para o resultado ficar interessante. Estou confiante. Oba!
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
E ENQUANTO ISSO
Todo mundo já foi embora aqui da redação. E, por um instante estou só. Aproveitando meu momento de silêncio neste ambiente tão movimentado. Dá para ouvi o barulho do ar condicionado (que estaria desligado se de mim dependesse), alguns estalos das janelas se acomodando à nova temperatura, o elevador no hall...
Aqui é outro tempo. Um trabalho que é rápido e denso, e que por ironia é lento para crescer. É um tempo que minha ansiedade ainda não me permitiu sincronizar. Mas talvez ele me traga paz.
Não vim para falar de trabalho já que a lua lá fora hoje está tão linda. É hora de ir. Vou para casa encontrar meus gatinhos. beijos.
Aqui é outro tempo. Um trabalho que é rápido e denso, e que por ironia é lento para crescer. É um tempo que minha ansiedade ainda não me permitiu sincronizar. Mas talvez ele me traga paz.
Não vim para falar de trabalho já que a lua lá fora hoje está tão linda. É hora de ir. Vou para casa encontrar meus gatinhos. beijos.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
E MAIS UM DETALHE
Com esse tempo seco, o mínimo que tenho que fazer é levantar essa bunda do sofá e dar uma boa rega nas plantinhas. Fui.
CONSTATAÇÕES I
Direto do blog do Marcelo Sato:
"Tudo isso que é causa ou consequência da falta de tempo, foi a gente quem inventou.
O que na verdade é um grande paradoxo da modernidade: aumenta-se a expectativa de vida para ter cada vez menos tempo."
Tá aí uma verdade completa.
"Tudo isso que é causa ou consequência da falta de tempo, foi a gente quem inventou.
O que na verdade é um grande paradoxo da modernidade: aumenta-se a expectativa de vida para ter cada vez menos tempo."
Tá aí uma verdade completa.
TEMPO PARA SI
Eu nunca pensei que fosse dizer assim na lata. Mas lá vai: a viagem do Tocha me fez bem. Imagine há quanto tempo não chego em casa, páro, penso, pego o computador e redijo um post. A lua está cheia. No coração: paz.
Mas antes que pensem que há uma crise na vida em comum, não se iludam. Os relacionamentos evoluem, o meu evolui, eu evoluo. E como acredito, e já devo ter repetido isso aqui inúmeras vezes, tenho certeza que sempre vivo o melhor que posso. Até mesmo quando é uma grande cagada e uma cegueira sem fim.
Mas voltando ao assunto e seguindo em frente, não há crise. Há mais autoconhecimento. E a cada mísera descoberta, menos grãos de areia permanecem nos nossos olhos. A cada pincelada de entendimento que é capaz de promover um cotidiano mais recompensador e feliz, um viva! Ok três vivas. Viva viva viva!
Um viva! ao cavalete montado. Um viva! às novas cores da nova casa. Um viva aos momentos silenciosos. Um viva! ao aconchego. Um viva! ao sol, ao cinema, às exposições, aos almoços, às tardes dedicando à casa, a si, ao outro. Viva!!!.
ps. Aliás, VIVA! é uma expressão bem feliz. Um viva! ao VIVA!
Mas antes que pensem que há uma crise na vida em comum, não se iludam. Os relacionamentos evoluem, o meu evolui, eu evoluo. E como acredito, e já devo ter repetido isso aqui inúmeras vezes, tenho certeza que sempre vivo o melhor que posso. Até mesmo quando é uma grande cagada e uma cegueira sem fim.
Mas voltando ao assunto e seguindo em frente, não há crise. Há mais autoconhecimento. E a cada mísera descoberta, menos grãos de areia permanecem nos nossos olhos. A cada pincelada de entendimento que é capaz de promover um cotidiano mais recompensador e feliz, um viva! Ok três vivas. Viva viva viva!
Um viva! ao cavalete montado. Um viva! às novas cores da nova casa. Um viva aos momentos silenciosos. Um viva! ao aconchego. Um viva! ao sol, ao cinema, às exposições, aos almoços, às tardes dedicando à casa, a si, ao outro. Viva!!!.
ps. Aliás, VIVA! é uma expressão bem feliz. Um viva! ao VIVA!
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